Neste terceiro capítulo, Victor, já com dezoito anos, sente o peso da vida em suas costas, aquele fardo da morte da mãe, o novo relacionamento do seu pai, o afastamento daquela vida simples que ele tinha... Ele está completamente infeliz. Há tempos que ele não fala com seus amigos e isso só o deixa mais triste.
Ele quer mudar, se rebelar, mas algo o impede.
Ele decide sair de casa e ir para qualquer lugar que não sua casa, mesmo que seu pai fique muito aborrecido com sua atitude, afinal, ele odeia sua madrasta.
Caminhando no bosque, ele encontra seu melhor amigo, Max, e eles decidem uma coisa juntos, que vai mudar de vez o rumo dessa história.
Uma história de luta por liberdade, marcada pela angústia de seus personagens que sofrem a dura realidade de um cárcere cruel na sua própria cidade. Carregada pela fragilidade e desamparo de vidas inocentes que travam uma batalha incansável por um inimigo poderoso que surge inesperadamente. As tristezas e desabafos desse grupo de amigos te farão enxergar mais longe, fazendo-o se sentir um dos personagens.
domingo, 26 de junho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Recomeço
Darei uma breve passada por este capitulo segundo.
Victor se sente sozinho após o acidente e volta para a fazenda, sem sua mãe. Ele vagueia por todo o campo e começa a conversar com sua vaquinha de estimação, a Virgínia. Mais tarde, ele recebe pelo pai a notícia do funeral de sua mãe.
Ele se sente péssimo no meio de tantos túmulos e de pessoas de preto, com aquele cheiro de terra úmida e pútrida. Nisso, ele vê um familiar que fazia tempos que não o via. Seu tio, um cara de poucas palavras e gestos padronizados e sincronizados. Um militar irmão de seu pai. Mas seu tio, William, não permanece por muito tempo e se vá, do mesmo jeito que veio: mudo e de olhos imóveis.
Victor se sente sozinho após o acidente e volta para a fazenda, sem sua mãe. Ele vagueia por todo o campo e começa a conversar com sua vaquinha de estimação, a Virgínia. Mais tarde, ele recebe pelo pai a notícia do funeral de sua mãe.
Ele se sente péssimo no meio de tantos túmulos e de pessoas de preto, com aquele cheiro de terra úmida e pútrida. Nisso, ele vê um familiar que fazia tempos que não o via. Seu tio, um cara de poucas palavras e gestos padronizados e sincronizados. Um militar irmão de seu pai. Mas seu tio, William, não permanece por muito tempo e se vá, do mesmo jeito que veio: mudo e de olhos imóveis.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Post Mega Urgente!
Gente, agora de noite, eu quase morri! Juro.
Eu estava tomando banho e cantando (kk) Americano de GaGa de olhos fechados quando ouvi um estouro. Um barulhão. Abri os olhos e vi faíscas caindo e um cheirão horrível de... pneu, borracha queimada... O ar estava impregnado. Eca! Fiquei super assustado, vocês não têm noção.
Olhei para o chuveiro e estava saindo fumaça dele e uma partezinha havia sido derretida. Mais que depressa, desliguei o chuveiro e saí e me olhei no espelho: eu já sou branquelo, fiquei mais! kkk' Olhos estalados em mim, enrolando a toalha em minha cintura. Caí sentado pensando.
Que susto passei! Enorme. Eu poderia ter morrido, já pensaram? Eletrocutado. Foi por um triz.
Achei super importante postar isso aqui e dividir isso com vocês.
Essa já não é a primeira vez que passo raspando com o perigo e uma coisa nadica de nada boa (morte, sei lá, pensamos em um monte de coisas nessas horas). Posso estar exagerando, mas ter esse pensamento é normal.
Quase fui atropelado umas duas vezes/ já sofri acidente de carro e minha família e eu nos salvamos sem ferimentos e dores fortes (eu fiquei ileso, apesar de estar deitado no banco detrás e sem cinto) no ano retrasado/ no ano passado podia ter levado um tiro quando fui assaltado e podia estar morto porque foi uma situação horrível/ e agora essa droga de chuveiro que queria me matar! Arrrr!! kkkk'
Tá é louco, viu! Não dou sorte mesmo... ou melhor, sorte em termos né, porque ficar nesse VAI-NÃO-VAI é complicado. Eita vida! Só tenho de agradecer a Deus.
E pra finalizar, nessas horas me pego pensando que realmente não é pra eu morrer e tenho de fazer muitas coisas ainda na vida. Acho que o futuro me reserva boas coisas. Só espero que não me reserve mais estes sustos porque PQP, vai assustar assim lá na...*$%##*#**@@!!!!!
Beijos a todos e boa noite, pois amanhã, provinhas "lindas ¬¬'".
Eu estava tomando banho e cantando (kk) Americano de GaGa de olhos fechados quando ouvi um estouro. Um barulhão. Abri os olhos e vi faíscas caindo e um cheirão horrível de... pneu, borracha queimada... O ar estava impregnado. Eca! Fiquei super assustado, vocês não têm noção.
Olhei para o chuveiro e estava saindo fumaça dele e uma partezinha havia sido derretida. Mais que depressa, desliguei o chuveiro e saí e me olhei no espelho: eu já sou branquelo, fiquei mais! kkk' Olhos estalados em mim, enrolando a toalha em minha cintura. Caí sentado pensando.
Que susto passei! Enorme. Eu poderia ter morrido, já pensaram? Eletrocutado. Foi por um triz.
Achei super importante postar isso aqui e dividir isso com vocês.
Essa já não é a primeira vez que passo raspando com o perigo e uma coisa nadica de nada boa (morte, sei lá, pensamos em um monte de coisas nessas horas). Posso estar exagerando, mas ter esse pensamento é normal.
Quase fui atropelado umas duas vezes/ já sofri acidente de carro e minha família e eu nos salvamos sem ferimentos e dores fortes (eu fiquei ileso, apesar de estar deitado no banco detrás e sem cinto) no ano retrasado/ no ano passado podia ter levado um tiro quando fui assaltado e podia estar morto porque foi uma situação horrível/ e agora essa droga de chuveiro que queria me matar! Arrrr!! kkkk'
Tá é louco, viu! Não dou sorte mesmo... ou melhor, sorte em termos né, porque ficar nesse VAI-NÃO-VAI é complicado. Eita vida! Só tenho de agradecer a Deus.
E pra finalizar, nessas horas me pego pensando que realmente não é pra eu morrer e tenho de fazer muitas coisas ainda na vida. Acho que o futuro me reserva boas coisas. Só espero que não me reserve mais estes sustos porque PQP, vai assustar assim lá na...*$%##*#**@@!!!!!
Beijos a todos e boa noite, pois amanhã, provinhas "lindas ¬¬'".
Lembranças
Aqui, começaremos uma viagem, para bem longe, numa cidadezinha do interior paulista. Aperte o cinto, se segure, respire fundo e lá vamos nós.
"Momentos terríveis aqueles — e esses, porque ainda não acabou — os quais vivemos.
Vidas inteiras destruídas, sem mencionar todo um passado de vida e cultura. Estão sendo momentos difíceis para nossa cidade e, creio, que para algumas regiões vizinhas. Acho que 'trágico' é a palavra mais correta para denominar tudo isso. Queremos fingir que é tudo uma piada de mau gosto, mas não funciona bem assim, como queremos que fosse. Foi tão real e intenso que é impossível de ser esquecido ou deixado de lado. Foi tanta crueldade e dor que faz com que seja real. Minhas cicatrizes comprovam o que estou escrevendo agora, inclusive as cicatrizes dos meus amigos.
Eu nunca vou esquecer aquelas semanas em que estive preso, nem a tortura psicológica e a dor física e espiritual que sentia, mais pelos meus amigos do que por mim… Mesmo que alguns deles tenham ido embora de nossas vidas, ainda estamos aqui, escondidos, e mais fortes do que éramos antes. Mas eu sei que tanto eles quanto eu estamos abalados por tudo, por nossas famílias, por nossos amigos e por todo o resto. Não há como não ficar! Eu mesmo me pego chorando de vez em quando.
Às vezes, o medo e o sofrimento nos impulsiona a enfrentar o perigo mais extremo de uma situação, por mais difícil que seja e que pareça não haver outra saída, alimentando aquele restinho de coragem dentro de nós. Isso aconteceu muitas vezes; e sei que poderá acontecer novamente.
[...]
A morte dos pais do Max, o Senhor e a Sra. Guttenberg, mexeu com ele. Pelo menos é o que suspeitamos… De todos os nossos pais. Eles eram a família mais unida e amorosa que eu conheci, mas essa felicidade se rompeu drástica e abruptamente. Isso é culpa daquele insano e tirano chamado Oliveira. Se ele compreendesse que as pessoas são gente como ele, nunca que ele agiria assim. Não sei mais se sinto rancor ou pena dele. Ultimamente tenho desconhecido meus próprios sentimentos. [...]
Fomos obrigados a nos esconder no meio do mato, numa parte da serra conhecida como Vale dos Coiotes por seus imensos campos floridos e alguns de pastagens, com colinas e montanhas íngremes. Viajamos muito até chegarmos numa antiga e pequena casa de roça. E é aqui que estamos vivendo, ou melhor, sobrevivendo como podemos. Chegamos exaustos e abatidos, procurando apenas um local para nos alojar e fugir do caos do centro urbano de Village, e então por aqui ficamos.
[...]
Apesar de ter se passado certo tempo desde nossa vinda até aqui, só agora tomei coragem para escrever o que sinto, penso e fiz junto com meus amigos — como destruir parte da nossa cidade, embora fosse necessário para conseguirmos escapar das armas mortais dos soldados que nos perseguiam incansavelmente. É um pouco confuso e difícil descrever tudo o que passamos nesses tempos [...]. Ninguém sabe que estou escrevendo nesta agenda velha. E nem quero que saibam, senão ficarão atrapalhando minha pouca e turbulenta linha de pensamento, que não anda muito ágil ultimamente. Prefiro assim. Algo reservado para mim, para me expor da forma como bem entender. Sei que não vão zombar de mim, mas é melhor manter sigilo. Pelo menos por enquanto. Aqui estarão — se eu conseguir — todos os meus segredos e sensações.
[...]
Estou na metade do meu turno da noite [...], daqui a algumas horas o Andrey vai entrar no meu lugar. Estou sentado no topo de uma colina de pastagem vizinha à casa e seguro uma lanterna na mão esquerda para poder escrever. Já estou me acostumando a duas coisas: à escuridão e ao peso da lanterna. Melhor eu não perder meu tempo com bobeiras e outras coisas que me distraem e ir direto ao que interessa. A história.
Village sempre foi uma cidadezinha pacata do interior, nada de surpreendente acontecia por essas bandas. As fazendas predominavam na cidade, concentrando-se mais para o fundo da cidade [...].
Na divisa com a cidade vizinha havia um ginásio de esportes magnífico, com espaço para atletas de natação, futebol e ginástica para as garotas. Há anos, quando era criança, fui me apresentar na competição de natação, com meus pais, Vivian e Afonso Bragança, na arquibancada torcendo por minha vitória. Foi uma extensa competição, suada e cansativa. Eu fiquei em segundo lugar no pódio e ganhei medalha e troféu, foi uma manhã maravilhosa.
Eu estava sentado no banco traseiro da caminhonete [...]. Eles se viraram para mim quando eu os chamei, meu pai dirigindo e mamãe no carona, eu queria mostrar novamente a medalha em meu peito. Eles sorriram e voltaram a atenção para frente. Algo escuro e desgovernado em alta velocidade veio em nossa direção. Só vi um enorme vulto antes de a escuridão me tomar, cobrindo o carro. Senti um impacto violento no corpo, uma dor aguda e densa penetrou em meu ser como espada, sentindo meu universo girar várias vezes, batidas fortes na cabeça até que tudo parou e não senti mais nada. Nem dor, nem choques violentos e nem meu próprio corpo. Parecia que eu deixara de existir.
[...]
Acordei com dor no rosto e nos braços, num quarto claro e todo aparelhado. [...]. Uma dor na minha cabeça latejava demais e num instante seguinte, flashes apareciam na minha mente, como visões. Eu lembrava.
Olhei a minha volta. Tubos muito finos perfuravam a minha pele. Arranquei-os com força bruta e incontrolável, sem me importar com a dor ao retirá-los. Queria meus pais comigo, eu precisava deles, precisava que me dissessem que nada do que lembrei era real, que fora um sonho ruim. Levantei da cama rapidamente, correndo em direção à porta, com uma roupa azulada quase transparente e bem leve.
— Mãe! Pai! Cadê vocês?! — Irrompi o silêncio com meus gritos desesperados. — Mãe, por favor! Onde vocês estão?! — Continuei chamando-os aos berros. Meus olhos lacrimejavam, a ardência queimava-os.
[...]."
"Momentos terríveis aqueles — e esses, porque ainda não acabou — os quais vivemos.
Vidas inteiras destruídas, sem mencionar todo um passado de vida e cultura. Estão sendo momentos difíceis para nossa cidade e, creio, que para algumas regiões vizinhas. Acho que 'trágico' é a palavra mais correta para denominar tudo isso. Queremos fingir que é tudo uma piada de mau gosto, mas não funciona bem assim, como queremos que fosse. Foi tão real e intenso que é impossível de ser esquecido ou deixado de lado. Foi tanta crueldade e dor que faz com que seja real. Minhas cicatrizes comprovam o que estou escrevendo agora, inclusive as cicatrizes dos meus amigos.
Eu nunca vou esquecer aquelas semanas em que estive preso, nem a tortura psicológica e a dor física e espiritual que sentia, mais pelos meus amigos do que por mim… Mesmo que alguns deles tenham ido embora de nossas vidas, ainda estamos aqui, escondidos, e mais fortes do que éramos antes. Mas eu sei que tanto eles quanto eu estamos abalados por tudo, por nossas famílias, por nossos amigos e por todo o resto. Não há como não ficar! Eu mesmo me pego chorando de vez em quando.
Às vezes, o medo e o sofrimento nos impulsiona a enfrentar o perigo mais extremo de uma situação, por mais difícil que seja e que pareça não haver outra saída, alimentando aquele restinho de coragem dentro de nós. Isso aconteceu muitas vezes; e sei que poderá acontecer novamente.
[...]
A morte dos pais do Max, o Senhor e a Sra. Guttenberg, mexeu com ele. Pelo menos é o que suspeitamos… De todos os nossos pais. Eles eram a família mais unida e amorosa que eu conheci, mas essa felicidade se rompeu drástica e abruptamente. Isso é culpa daquele insano e tirano chamado Oliveira. Se ele compreendesse que as pessoas são gente como ele, nunca que ele agiria assim. Não sei mais se sinto rancor ou pena dele. Ultimamente tenho desconhecido meus próprios sentimentos. [...]
Fomos obrigados a nos esconder no meio do mato, numa parte da serra conhecida como Vale dos Coiotes por seus imensos campos floridos e alguns de pastagens, com colinas e montanhas íngremes. Viajamos muito até chegarmos numa antiga e pequena casa de roça. E é aqui que estamos vivendo, ou melhor, sobrevivendo como podemos. Chegamos exaustos e abatidos, procurando apenas um local para nos alojar e fugir do caos do centro urbano de Village, e então por aqui ficamos.
[...]
Apesar de ter se passado certo tempo desde nossa vinda até aqui, só agora tomei coragem para escrever o que sinto, penso e fiz junto com meus amigos — como destruir parte da nossa cidade, embora fosse necessário para conseguirmos escapar das armas mortais dos soldados que nos perseguiam incansavelmente. É um pouco confuso e difícil descrever tudo o que passamos nesses tempos [...]. Ninguém sabe que estou escrevendo nesta agenda velha. E nem quero que saibam, senão ficarão atrapalhando minha pouca e turbulenta linha de pensamento, que não anda muito ágil ultimamente. Prefiro assim. Algo reservado para mim, para me expor da forma como bem entender. Sei que não vão zombar de mim, mas é melhor manter sigilo. Pelo menos por enquanto. Aqui estarão — se eu conseguir — todos os meus segredos e sensações.
[...]
Estou na metade do meu turno da noite [...], daqui a algumas horas o Andrey vai entrar no meu lugar. Estou sentado no topo de uma colina de pastagem vizinha à casa e seguro uma lanterna na mão esquerda para poder escrever. Já estou me acostumando a duas coisas: à escuridão e ao peso da lanterna. Melhor eu não perder meu tempo com bobeiras e outras coisas que me distraem e ir direto ao que interessa. A história.
Village sempre foi uma cidadezinha pacata do interior, nada de surpreendente acontecia por essas bandas. As fazendas predominavam na cidade, concentrando-se mais para o fundo da cidade [...].
Na divisa com a cidade vizinha havia um ginásio de esportes magnífico, com espaço para atletas de natação, futebol e ginástica para as garotas. Há anos, quando era criança, fui me apresentar na competição de natação, com meus pais, Vivian e Afonso Bragança, na arquibancada torcendo por minha vitória. Foi uma extensa competição, suada e cansativa. Eu fiquei em segundo lugar no pódio e ganhei medalha e troféu, foi uma manhã maravilhosa.
Eu estava sentado no banco traseiro da caminhonete [...]. Eles se viraram para mim quando eu os chamei, meu pai dirigindo e mamãe no carona, eu queria mostrar novamente a medalha em meu peito. Eles sorriram e voltaram a atenção para frente. Algo escuro e desgovernado em alta velocidade veio em nossa direção. Só vi um enorme vulto antes de a escuridão me tomar, cobrindo o carro. Senti um impacto violento no corpo, uma dor aguda e densa penetrou em meu ser como espada, sentindo meu universo girar várias vezes, batidas fortes na cabeça até que tudo parou e não senti mais nada. Nem dor, nem choques violentos e nem meu próprio corpo. Parecia que eu deixara de existir.
[...]
Acordei com dor no rosto e nos braços, num quarto claro e todo aparelhado. [...]. Uma dor na minha cabeça latejava demais e num instante seguinte, flashes apareciam na minha mente, como visões. Eu lembrava.
Olhei a minha volta. Tubos muito finos perfuravam a minha pele. Arranquei-os com força bruta e incontrolável, sem me importar com a dor ao retirá-los. Queria meus pais comigo, eu precisava deles, precisava que me dissessem que nada do que lembrei era real, que fora um sonho ruim. Levantei da cama rapidamente, correndo em direção à porta, com uma roupa azulada quase transparente e bem leve.
— Mãe! Pai! Cadê vocês?! — Irrompi o silêncio com meus gritos desesperados. — Mãe, por favor! Onde vocês estão?! — Continuei chamando-os aos berros. Meus olhos lacrimejavam, a ardência queimava-os.
[...]."
sábado, 7 de maio de 2011
O Sequestro Da Rua Ávila
Criei este blog para divulgar o meu livro, que leva o nome do Blog. É uma série que vai te levar a pensar diferente, prometo =D.
Eu queria, primeiramente, agradecer às pessoas que sempre estiveram ao meu lado, acompanhando esse nascimento, e às pessoas que foram minhas inspirações. E sou muito grato por morar em Guará, pois se não fosse esta terra abençoada de Frei Galvão, jamais teria conseguido escrever este livro tão brilhantemente.
Voltando ao assunto do livro, passarei a sinopse ao lado da ilustração que montei. É garantia de emoção na certa, repleta de personagens marcantes com suas dualidades e seu envolvimento surpreendente (o bem e o mal), uma cidade que te fará entrar profundamente na história. Os mocinhos enfrentando os vilões numa jornada árdua e arriscada.
Victor é um jovem adolescente da cidade de Village, no interior paulista (ele é um dos protagonistas). Ele e seus amigos estão empolgados com o último ano letivo no ensino médio. Um problema familiar traça o seu rumo e o faz morar com o seu melhor amigo, Max. Logo no primeiro dia de aula, eles ganham uma surpresa nem um pouco boa: um terrorista está à espreita no colégio e antes que possam alertar a todos, os alunos todos são sequestrados num ataque trágico, que leva muitos à morte.
Apenas Victor descobre o meio de fugir, e terá de correr contra o tempo para não ver os seus amigos morrerem nas mãos desse grupo terrorista.
O que você faria se todos a quem ama estivessem entre a vida e a morte e você tivesse de escolher entre eles e fugir ou ficar e lutar? Descubra com esses jovens da pequena e não mais tranquila cidade de Village em um mundo de desafios e perdas incomparáveis, que farão de tudo para salvarem uns aos outros e não padecer perante a ameaça maléfica.
Podem comentar.
Mais detalhes no próximo post.
Eu queria, primeiramente, agradecer às pessoas que sempre estiveram ao meu lado, acompanhando esse nascimento, e às pessoas que foram minhas inspirações. E sou muito grato por morar em Guará, pois se não fosse esta terra abençoada de Frei Galvão, jamais teria conseguido escrever este livro tão brilhantemente.
Voltando ao assunto do livro, passarei a sinopse ao lado da ilustração que montei. É garantia de emoção na certa, repleta de personagens marcantes com suas dualidades e seu envolvimento surpreendente (o bem e o mal), uma cidade que te fará entrar profundamente na história. Os mocinhos enfrentando os vilões numa jornada árdua e arriscada.
Victor é um jovem adolescente da cidade de Village, no interior paulista (ele é um dos protagonistas). Ele e seus amigos estão empolgados com o último ano letivo no ensino médio. Um problema familiar traça o seu rumo e o faz morar com o seu melhor amigo, Max. Logo no primeiro dia de aula, eles ganham uma surpresa nem um pouco boa: um terrorista está à espreita no colégio e antes que possam alertar a todos, os alunos todos são sequestrados num ataque trágico, que leva muitos à morte.
Apenas Victor descobre o meio de fugir, e terá de correr contra o tempo para não ver os seus amigos morrerem nas mãos desse grupo terrorista.
O que você faria se todos a quem ama estivessem entre a vida e a morte e você tivesse de escolher entre eles e fugir ou ficar e lutar? Descubra com esses jovens da pequena e não mais tranquila cidade de Village em um mundo de desafios e perdas incomparáveis, que farão de tudo para salvarem uns aos outros e não padecer perante a ameaça maléfica.
Podem comentar.
Mais detalhes no próximo post.
Minhas primeiras palavras
Bem-Vindo ao meu canto mais particular do mundo! Espero que possamos compartilhar bons momentos juntos, conversando e debatendo sobre o meu livro e sobre qualquer outra coisa que sentir vontade. Não se intimide. Entre, vasculhe, pois, afinal, isto é para você! Feito com muito carinho. Farei ao máximo para que este blog esteja impecável e que corresponda às suas expectativas. Formaremos um grupo super legal de amigos.
Leia, comente e se divirta.
Um grande abraço.
Victor Montenegro.
Leia, comente e se divirta.
Um grande abraço.
Victor Montenegro.
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